A nossa missão
No meio da festa, na rua, no coração dos eventos - é aí que queremos estar.
O Signa nasce para tornar os eventos mais humanos, seguros e emocionalmente conscientes. Através de uma resposta psicológica integrada no terreno (escuta, prevenção e intervenção), promovemos uma verdadeira cultura de cuidado e responsabilidade coletiva.
Acreditamos num futuro onde a saúde mental e a inclusão são pilares da produção cultural, garantindo que qualquer pessoa se sente vista e protegida, mesmo no meio da multidão.
A forma como cuidamos define a experiência que criamos.
Valores
Mais do que princípios, eis os compromissos que orientam a nossa ação.
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Estamos onde é preciso, de forma visível e acessível.
A nossa intervenção nasce da escuta, da empatia e da proximidade. -
Trabalhamos para que todas as pessoas se sintam seguras e respeitadas, promovendo espaços onde a diversidade é acolhida e o cuidado é equitativo.
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Agimos antes do risco.
Capacitamos equipas e públicos para reconhecer vulnerabilidades e construir contextos mais seguros. -
A nossa intervenção assenta na evidência científica, no rigor profissional e num compromisso irrevogável com o respeito humano.
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Unimos ciência, criatividade e impacto social para construir respostas inovadoras e coerentes aos desafios reais do terreno.
Os grandes eventos estão preparados para dar resposta ao que grita: acidentes, intoxicações e emergências que exigem ação médica ou policial imediata. No entanto, há muito que acontece em silêncio:
Crises de ansiedade no meio da multidão.
Sobrecarga sensorial e desregulação emocional.
Conflitos com potencial de escalada.
Situações de violência, incluindo violência sexual.
Vulnerabilidades emocionais que raramente chegam ao posto médico, mas que ditam a forma como a experiência é vivida.
Foi da necessidade de dar voz e apoio a este silêncio que o nosso caminho começou a ser traçado.
Em 2022, durante a 100.ª edição da Queima das Fitas do Porto, Joana Carvalho Ribeiro criou e coordenou a Equipa de Prevenção de Comportamentos de Risco - que ficaria conhecida no terreno como os "Casacos Laranja". Pela primeira vez num século de história, o evento contou com uma resposta estruturada e dedicada exclusivamente à prevenção e ao apoio emocional.
Experiências posteriores em festivais e viagens de finalistas vieram confirmar uma lacuna sistémica: os eventos integram planos de emergência e dispositivos de segurança robustos, mas carecem frequentemente de uma resposta preventiva, psicológica e humana.
Foi para colmatar esta falha que, em 2025, nasceu o Signa - uma equipa especializada e uma estrutura de ação focada, criada para intervir onde, até então, não havia resposta.
História
Celebrar e cuidar podem (e devem) coexistir
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Celebrar e cuidar podem (e devem) coexistir ○ ●
Intervenção
A intervenção organiza-se em três eixos complementares, que permitem atuar antes, durante e para além do evento.
O projeto está intimamente ligado a um percurso de investigação em Doutoramento, o que garante uma atuação rigorosa e baseada em evidência científica. Através de um processo contínuo de investigação-ação, a equipa avalia e ajusta constantemente a sua prática para responder às necessidades reais e específicas dos locais onde atua.
Intervenção
e Apoio
Estamos presentes quando é mais preciso.
Criamos espaços seguros de apoio psicológico e regulação emocional, perfeitamente integrados na dinâmica do evento.
Realizamos rondas preventivas que nos permitem identificar, acompanhar e encaminhar situações de risco em tempo real.
Formação e Capacitação
Capacitamos quem faz o evento acontecer.
Preparamos equipas e organizações para uma atuação consciente, ética e emocionalmente competente.
Desenvolvemos ações formativas adaptadas a diferentes contextos, incluindo eventos, escolas e ensino superior.
Fomentamos ferramentas de acessibilidade e inclusão, garantindo o acolhimento e cuidado ajustado à diversidade de cada pessoa.
Sensibilização
e Prevenção
Agimos antes que o risco se torne um problema.
Desenhamos campanhas e dinâmicas adaptadas a cada contexto e público.
Abordamos de forma aberta temas como o consumo de substâncias, consentimento, violência interpessoal e pressão social, promovendo uma cultura de cuidado coletivo.
PERGUNTAS FREQUENTES
Ficaste com alguma dúvida? Consulta as respostas abaixo.
